quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Diários de Reiki III


Quando partilhamos um pequeno espaço com pessoas de tantas nacionalidades diferentes, é difícil falar de certos temas. Nem toda a gente está familiarizada com o tema, algumas pessoas já sentiram, já ouviram falar, umas acreditam, outras pensam que é obra do diabo e nem se querem lembrar de que elas próprias existem, para além do marido, filhos, namorados e namoradas ou irmãos, amigos…

De há três semanas para cá, tenho atraído pessoas que acreditam, que sentem curiosidade, que já ouviram falar e querem experimentar. São estas as pessoas que estão abertas à energia e à possibilidade de se encontrarem com a pessoa mais importante, elas mesmas! Que não sentem receio de sentir emoções (des) confortáveis, de deixar a energia fluir e fazer o seu trabalho. É, geralmente, destas pessoas que recebo mais energia, sensações distintas que em fazem sentir pena de não ter trazido o meu grande livro dos chakras. E são estas pessoas que me fazem descobrir aspetos em mim mesma que ainda necessito de trabalhar.

Porque, na minha opinião, uma sessão de Reiki é uma oportunidade valiosíssima de troca de informação num nível mais subtil de consciência.

De há três semanas para cá, tenho trabalhado em particular com uma pessoa muito querida e é espantoso ver a diferença em apenas duas ou três sessões. A pessoa em questão é um amigo, que me procurou e me procura sempre que necessita de algo (tenho por norma não insistir em trabalho energético se os meus clientes não o mencionam!) e, às vezes, apenas uma troca de palavras ou o silêncio são o bastante para fazer milagres.

E a magia de tudo isto, é que o meu amigo não tem ideia do quanto eu me transformo de cada vez que fazemos uma sessão. Acabamos os dois com um sorriso no rosto, calmos, energizados com tanta troca de informação.

Como forma de agradecimento, a voz da minha intuição disse-me para lhe oferecer as minhas cartas das fadas. E foi mesmo isso que fiz…porque sinto que me ajudaram tanto a mim que chegou a altura de ajudarem um outro alguém. Apenas outra forma de fazer circular a energia…

E sinto-me imensamente grata pelo voto de confiança que este amigo (e todos os outros) me deram ao deixarem-me espalhar um pouco do que já aprendi até agora.

Beijo no coração

Jo

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