Quando partilhamos um pequeno espaço com pessoas de tantas nacionalidades
diferentes, é difícil falar de certos temas. Nem toda a gente está
familiarizada com o tema, algumas pessoas já sentiram, já ouviram falar, umas
acreditam, outras pensam que é obra do diabo e nem se querem lembrar de que
elas próprias existem, para além do marido, filhos, namorados e namoradas ou
irmãos, amigos…
De há três semanas para cá, tenho atraído pessoas que acreditam, que sentem
curiosidade, que já ouviram falar e querem experimentar. São estas as pessoas
que estão abertas à energia e à possibilidade de se encontrarem com a pessoa
mais importante, elas mesmas! Que não sentem receio de sentir emoções (des)
confortáveis, de deixar a energia fluir e fazer o seu trabalho. É, geralmente,
destas pessoas que recebo mais energia, sensações distintas que em fazem sentir
pena de não ter trazido o meu grande livro dos chakras. E são estas pessoas que
me fazem descobrir aspetos em mim mesma que ainda necessito de trabalhar.
Porque, na minha opinião, uma sessão de Reiki é uma oportunidade
valiosíssima de troca de informação num nível mais subtil de consciência.
De há três semanas para cá, tenho trabalhado em particular com uma pessoa
muito querida e é espantoso ver a diferença em apenas duas ou três sessões. A
pessoa em questão é um amigo, que me procurou e me procura sempre que necessita
de algo (tenho por norma não insistir em trabalho energético se os meus
clientes não o mencionam!) e, às vezes, apenas uma troca de palavras ou o
silêncio são o bastante para fazer milagres.
E a magia de tudo isto, é que o meu amigo não tem ideia do quanto eu me
transformo de cada vez que fazemos uma sessão. Acabamos os dois com um sorriso
no rosto, calmos, energizados com tanta troca de informação.
Como forma de agradecimento, a voz da minha intuição disse-me para lhe
oferecer as minhas cartas das fadas. E foi mesmo isso que fiz…porque sinto que
me ajudaram tanto a mim que chegou a altura de ajudarem um outro alguém. Apenas
outra forma de fazer circular a energia…
E sinto-me imensamente grata pelo voto de confiança que este amigo (e todos
os outros) me deram ao deixarem-me espalhar um pouco do que já aprendi até
agora.
Beijo no coração
Jo
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